jogos matemáticos
A
utilização dos jogos matemáticos desenvolvem o raciocínio lógico das crianças e
suas habilidades; fazê-las a conceberem a matemática como uma disciplina
prazerosa na criação de vínculos positivos na relação professor-aluno e
aluno-aluno. Com os jogos matemáticos, os alunos podem encontrar equilíbrio
entre o real e o imaginário e ampliarem seus conhecimentos e o raciocínio
lógico-matemático.
Embora
existissem no comércio vários jogos, como cubos e peças de encaixe, é
interessante que a escola os possua para seus alunos, em grupos pequenos, para
que possam explorar esses desafios. A impossibilidade de compra não impede que
sejam os mesmos providenciados com sucatas para seu uso em situações diversas.
Mesmo sem o emprego de regras, a atividades já é pelo manuseio e conversa
interior um produtivo estímulo.
A
criança, em seu cotidiano, aprende a identificar objetos, entre eles, janela,
parede e móveis, o que estimula as suas ideias de identificação.
Para Antunes (2006),
na escola, essas atividades podem ser ampliadas, com a utilização de sólidos
geométricos, figuras de papelão, em excursão dentro e fora do ambiente escolar,
para que os alunos reconheçam determinadas formas e desenvolvam o pensamento
abstrato.
A
criança pode adquirir os conhecimentos matemáticos se beneficiando de materiais
alternativos, como tampinha de garrafas, caixas de fósforos, palito de fósforo
usado, entre outros. São materiais de fácil acesso, que permitem à criança
exercitar seus conhecimentos. SMOLE, Diniz e Candido (2000, p.11) explicam que:
Explorar, investigar, descrever, representar seus
pensamentos, suas ações. [...] representar, ouvir, falar e escrever são
competências básicas de comunicação, essenciais para a aprendizagem de qualquer
conteúdo em qualquer tempo; o ambiente
previsto para o trabalho precisa contemplar momentos para a produção e leitura
de textos, trabalho em grupos, jogos, elaboração de representações pictóricas
e, a elaboração e leituras de livros.
Ao
jogar, o aluno resolve questões por meio de tentativa e erro; pode reduzir um
problema em situações mais simples; representar problemas, através de desenhos,
gráficos ou tabelas; fazer analogias de problemas semelhantes e desenvolver o
pensamento dedutivo.
O jogo pode ser aproveitado como instrumento
facilitador no processo de construção de conhecimentos, visto que facilita seu
desenvolvimento cognitivo, tendo em vista que os jogos matemáticos e a
matemática recreativa são carregados de ludicidade. Conforme exposto
anteriormente, são muitas as potencialidades dos jogos no processo
ensino-aprendizagem, cabendo ao professor selecionar de forma criteriosa os que
são adequados a cada
situação pedagógica.
REFERÊNCIAS
ANTUNES, Celso. Inteligências múltiplas e seus jogos inteligência:
Inteligência espacial. v 4. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.
SMOLE,
Kátia; DINIZ, Maria Ignez S. V.; CANDIDO, Patrícia T. Brincadeiras infantis
nas aulas de Matemática. Porto Alegre: Artmed, 2000.
BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais:
matemática. v 3. Secretaria de Educação Fundamental: Brasília, 1997.




